terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Rip Curl Pro Junior Series no Peru

Esta será a primeira seletiva sul-americana da WSL South America para o Mundial Pro Junior da World Surf League e outra novidade é o Powerade Internacional Night Session

 

[caption id="attachment_1629" align="alignleft" width="393"]Deivid Silva (BRA)/Javier Larrea/Olasperu Deivid Silva (BRA)/Javier Larrea/Olasperu[/caption]

Lima, Perú (10 de fevereiro de 2015) - Graças aos esforços da iniciativa privada, o resort de San Bartolo vai sediar um evento internacional especial esse ano, o Rip Curl Pro Junior Series nos días 26 a 28 de fevereiro no Peru. O melhores surfistas com idade até 20 anos vão participar da primeira das quatro seletivas sul-americanas para o Mundial Pro Junior da World Surf League (WSL). A premiação do evento é de 10 mil dólares para a categoría masculina e 2,5 mil dólares para a feminina, com ambas valendo 1.000 pontos para o ranking da WSL South America.

A Entertainment Producciones, representante do Peru na WSL - que organiza o circuito que Sofia Mulanovich ganhou o título mundial em 2004 e o também peruano Piccolo Clemente, que é patrocinado pela Rip Curl, foi campeão mundial de Longboard em 2013 - há vários anos vem realizando evento de alto nível ao longo da costa peruana e neste ano não será diferente no Rip Curl Pro Junior Series San Bartolo. Também está agendada uma série de shows cheio de adrenalina, emoção e qualidade.

O evento patrocinado pela Rip Curl, é apresentado por Powerade, Claro, Samsung, Mapfre e D'Onofrio, nas categorías masculina e feminina dos surfistas com até 20 anos de idade. Javier Reátegui, organizador do festival, disse: "Mais uma vez, graças à iniciativa privada, o nosso país irá sediar o evento para os maiores expoentes do surfe continental. Além disso, o apoio da Câmara Municipal de San Bartolo e do seu Prefeito, Jorge Barthelmess, foi fundamental para a realização do evento".

"Vamos passar dias excelentes em San Bartolo e noites também", continuou Javier Reátegui. "Nós incluímos o Powerade Internacional Night Session para o sábado à noite. O retorno do surfe noturno é realmente espetacular".

Para mais informações de mídia, contactar:
Claudia Calmet - ccalmetv@gmail.com 
Cinthya Nuñez - cinthyanunezv@gmail.com

Por:João Carvalho
WSL South America Media Manager

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Gabriel Medina marca presença na etapa de abertura do Rip Curl Grom Search

Gabriel Medina marca presença na etapa de abertura do Rip Curl Grom Search, prestigiando o evento e depois na sessão de autógrafos.

Gabriel Medina em Garopaba 1 Gabriel Medina em Garopaba 2 Gabriel Medina em Garopaba 3 Gabriel Medina em Garopaba 4 Gabriel Medina em Garopaba 5 Gabriel Medina em Garopaba 6 Gabriel Medina em Garopaba 7 Gabriel Medina em Garopaba 8 Gabriel Medina em Garopaba 9 Gabriel Medina em Garopaba 10

 

 

Crédito: Likoska/Adrenalimitz

Gabriel Medina em Garopaba Rip Curl Grom Search


Samuel Pupo leva a melhor na abertura do Rip Curl Grom Search, em Garopaba

Em busca do bicampeonato mirim e do seu quinto título no Circuito, o paulista Samuel Pupo foi um dos grandes destaques na abertura do Rip Curl Grom Search, encerrada neste domingo (8), na Praia da Ferrugem, em Garopaba/SC. O surfista de São Sebastião, de apenas 14 anos, garantiu a maior somatória do evento, com 17,95 pontos de 20 possíveis, não deixando dúvidas do favoritismo na principal categoria do evento, para surfistas com até 16 anos.

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Além de sua vitória, o que se viu foi um verdadeiro show de surf, com atuações de alto nível nas quatro categorias em disputa e também no Tag Team GoPro. Das quatro finais individuais, duas ficaram para os paulistas, com Diego Aguiar, de Ubatuba, faturando a grommet (até 12 anos), e duas para os catarinenses, em decisões emocionantes, definidas nos últimos instantes.

A pequena Tainá Hinckel, da Guarda do Embaú, que só tem 11 anos, foi a melhor na feminina (também com limite de 16 anos) e Leonardo Barcelos, de Imbituba, levou a melhor na iniciante (sub 14). Outro destaque foi o paulista Kauê Germano, também de São Sebastião, que chegou em duas decisões, sendo vice na mirim e na iniciante, e ainda garantiu a maior nota do final de semana, um 9,65.

A competição, com praia lotada, sol e ondas de um metro, abriu o Circuito, que definirá os dois representantes brasileiros para a final internacional do Rip Curl Grom Search, em 2016. Foram 112 surfistas, do Sul ao Nordeste, incluindo atletas da Paraíba, Ceará e Rio Grande do Norte. Junto às disputas nas ondas, o evento contou com diversas atrações na areia, como brincadeiras e ações socioambientais, confirmando o slogan “Muito mais do que um campeonato de surf”.

Mas, sem dúvida, o grande destaque ficou para a presença do campeão do WCT, Gabriel Medina, da equipe Rip Curl e único brasileiro, até hoje, que faturou a final internacional do Grom Search, em 2010, na Austrália, antes de iniciar sua trajetória de sucesso na elite mundial. Antes de embarcar para o Havaí, o melhor do Mundo visitou a garotada no sábado e relembrou os tempos de amador, quando faturou todas as categorias no Circuito.

Desde o sábado, a nova geração mostrou um surf de “gente grande” em todas as disputas. A primeira decisão no mar foi o Tag Team GoPro, com a equipe “Outros Estados” sendo a primeira colocada com grande vantagem de quase dez pontos sobre o Nordeste, principalmente pela grande atuação de Kauê Germano, que tirou o 9,65 e ainda dobrou a nota, por ser o “coringa” do time, também composto pelo potiguar Thomaz Carvalho, a carioca Raissa Fernandes e o catarinense Noah Machado. A equipe de Santa Catarina ficou em terceiro e a de São Paulo, em quarto.

Na final da grommet, Diego Aguiar garantiu as duas melhores notas da bateria, primeiro com um 6,5 e para não deixar dúvidas, um 8,5, vencendo o catarinense Luiz Mendes, o paraibano Kauã Palmeira e Leo Casal, também de SC. “Estou muito feliz com a minha primeira vitória no Rip Curl Grom Search. O mar estava animal e peguei altas ondas. É isso aí, felizão”, vibrou o vencedor, de 11 anos.

VIRADA - Na categoria iniciante a final foi “eletrizante”, com viradas de resultados entre Leonardo Barcelos e Kauê Germano. O surfista paulista garantiu um 8,75 e depois um 5,65 e parecia estar com a vitória na mão, mas o atleta catarinense, que tinha um oito, tirou um 7,10 e assumiu a ponta. Kauê deu o troco com um 7,20 e nos instantes decisivos Leo comemorou a vitória com um 8,55, para descartar o 7,10 e somar 16,55 contra 15,95.

Wallace Vasco ficou em terceiro e Thomaz Carvalho foi o quarto. “É um sonho realizado! Este é um campeonato irado. Muitos dos meus ídolos como o Gabriel Medina e o Filipe Toledo já passaram por este evento. Começar o ano assim, me deixou muito feliz”, disse Leonardo, que completou 14 anos no sábado.

TAINÁ - Na disputa feminina, novamente vitória catarinense e de virada na última onda. A carioca Luara Thompson abriu a final com um 7,25 e depois ampliou a vantagem, parecendo estar com o placar resolvido. Tainá, que tinha um 6,25, pegou uma onda no último minuto, precisava de 6,76 para vencer e, quando já estava na areia, ouviu do locutor Klaus Kaiser, que a nota foi 7,10, para erguer a taça, ficando surpresa.

No resultado, a surfista catarinense ficou com 13,35 contra 13,0 de Luara, com a paulista Louise Frumento em terceiro e a cearense Yanca Costa em quarto. “É muito legal, porque é a primeira vez que estou competindo no Rip Curl Grom Search e fui lá e dei o meu máximo, já que tinha perdido na grommet contra os meninos, mas me esforcei bastante e o resultado veio como consequência”, comemorou Tainá, única menina a enfrentar o sexo oposto no evento, ficando na semi da grommet e mostrar seu talento.

MIRIM - A final mirim também apresentou um excelente nível técnico, mas foi tranquila para Samuel Pupo. O irmão do top do WCT, Miguel Pupo e vizinho de Gabriel Medina abriu a bateria logo com um 8,5. Pouco depois da metade, fez um 9,25, sem deixar dúvidas, e para completar ainda aumentou a liderança com um 8,70, para somar incríveis 17,95.

Kauê Germano novamente foi bem, ficando em segundo, com os catarinense Guilherme Vilas Boas e Anderson Júnior completando o pódio e mostrando a força dos dois estados no evento. “Escolhi as ondas certas e consegui acertar as manobras sem errar. Estou muito feliz de poder estar aqui com a minha família junto e agora vamos ficar uma semana por aqui para aproveitar as boas ondas e curtir com a galera”, festejou Samuel, que este ano será o representante brasileiro na final internacional do Rip Curl Grom Search, no final de abril, na Praia de Maresias.

AÇÕES - Vale lembrar que os participantes do evento foram convidados a participar da tradicional confraternização, no sábado à noite, na pista de skate da Sul Nativo. Além disso, os atletas se divertiram com pipas, cama elástica, puderam pintar suas pranchas com o artista plástico Marcello Macarrão. Outras duas iniciativas importantes foram a doação de mudas nativas e a arrecadação de alimentos nas inscrições para doação à Associação Comunitária da Ferrugem.

“Este foi um final de semana super bacana, com altas ondas, muito sol e praia cheia. O campeonato foi muito bom. Tivemos a presença do campeão mundial Gabriel Medina, que foi a grande atração desta etapa.  O evento também teve muitas atividades como as pinturas nas pranchas com o artista Marcello Macarrão, as pipas, a distribuição de mudas de árvores nativas, gincanas de microlixo, a cama elástica, que divertiu bastante a molecada, e foi tudo perfeito”, avaliou Fernando Gonzalez, do marketing da Rip Curl no Brasil.

PRÓXIMA - Agora, o Rip Curl tem a segunda etapa nos dias 7 e 8 de março, na Praia do Tombo, em Guarujá/SP, onde serão definidos os títulos da grommet e iniciante. Já a mirim e feminina terá a decisão na Praia de Maresias, antes da final internacional, reunindo os seis melhores de cada categoria, como convidados. Para acompanhar os resultados completos, acesse www.ripcurl.com.br.

O 16º Rip Curl Grom Search é uma realização da Rip Curl, com patrocínios das lojas Sul Nativo e Overboard. Apoios: Jandaia, Skullcandy, GoPro, OHP Surfboards, Skygraf, prefeituras municipais de Garopaba e de Guarujá. Supervisão: Confederação Brasileira de Surf, Federação Catarinense de Surf e Federação Paulista de Surf. Divulgação: FMA Notícias e cobertura da Revista Fluir e portal Waves.

RESULTADOS:

MIRIM

1 Samuel Pupo (SP)

2 Kauê Germano (SP)

3 Guilherme Vilas Boas (SC)

4 Anderson Júnior (SC)

 

FEMININA

1 Tainá Hinckel (SC)

2 Luara Thompson (RJ)

3 Louise Trigo (SP)

4 Yanca Costa (CE)

 

INICIANTE

1 Leonardo Barcelos (SC)

2 Kauê Germano (SP)

3 Wallace Vasco (SC)

4 Thomaz Carvalho (RN)

 

GROMMET

1 Diego Aguiar (SP)

2 Luiz Mendes (SC)

3 Kauã Palmeira (PB)

4 Leo Casal (SC)

 

Tag Team GOPRO

1 Equipe Outros estados – Kauê Germano/SP, Thomaz Carvalho/RN, Raissa Fernandes/RJ e Noah Machado/SC

2 Nordeste

3 Santa Catarina

4 São Paulo

Por Fabio Maradai

Samuel Pupo  leva  melhor no Rip Curl Grom Search


sábado, 20 de dezembro de 2014

Gabriel Medina conquista o primeiro título mundial do Brasil no Havaí

O fenômeno de Maresias que vai completar 21 anos de idade na segunda-feira quase sacramentou o feito inédito com uma vitória no Billabong Pipe Masters não fosse a virada do australiano Julian Wilson no último minuto da final

[caption id="attachment_1596" align="alignleft" width="300"]Gabriel Medina Gabriel Medina[/caption]

Gabriel Medina é o novo campeão mundial do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour, conquistando no Havaí o primeiro título do Brasil nos 38 anos da história do circuito iniciado em 1976. Com apenas 20 anos de idade, o novo fenômeno do esporte recebeu a troféu de melhor surfista do mundo do tricampeão Mick Fanning, 33, depois de uma final eletrizante do Billabong Pipe Masters em memória a Andy Irons, com outro representante da nova geração, Julian Wilson, 26. Medina liderava com uma nota 10 num tubaço fantástico no Backdoor, mas no último minuto o australiano também surfou um sensacional para virar o placar para incríveis 19,63 a 19,20 pontos e ganhar a coroa de Pipe Master, além do caneco de campeão da Tríplice Coroa Havaiana. 

No entanto, isto não diminuiu a festa brasileira nas areias do templo sagrado do esporte, com a multidão carregando Medina nos ombros até o pódio. Para não depender dos resultados dos seus dois únicos concorrentes ao título, ele precisava ser finalista do Billabong Pipe Masters em memória a Andy Irons e atingiu a meta. Na sexta-feira de tubos de 6-8 pés tanto nas esquerdas de Pipeline como nas direitas do Backdoor, Gabriel Medina já tirou Kelly Slater da briga quando derrotou o havaiano Dusty Payne, que liderava o ranking da Tríplice Coroa Havaiana. Mick Fanning ainda continuou no páreo ao superar o francês Jeremy Flores com um tubo surfado no minuto final, mas Slater acabou eliminado em 13.o lugar na terceira fase também nos últimos segundos por um tubaço do brasileiro Alejo Muniz. E foi o catarinense que acabou confirmando o título mundial para Gabriel Medina ao barrar o seu outro concorrente, Mick Fanning, na repescagem para as quartas de final.

"Este é o dia mais feliz da minha vida. É incrível que a gente tem um sonho e hoje se tornou realidade, então não estou mais sonhando, é verdade, mas ainda nem consigo acreditar", disse Gabriel Medina. "Sei que este não era um sonho só meu, mas da minha família também e de todos os brasileiros. Muitos caras tentaram, o Fábio Gouveia e o Teco Padaratz que abriram as portas do circuito mundial para nós, o Adriano de Souza, mas não sei porque que Deus me escolheu para conseguir isso e só tenho que agradecer a Ele e a todos que torceram por mim, que sei que são muitos. Eu amo surfar e se não tivesse dinheiro em jogo eu iria surfar porque amo fazer isso e este título não é só meu, é para todos nós brasileiros".

Com a passagem de Medina para a quarta fase, o australiano Mick Fanning já precisava da vitória no Pipe Masters para impedir o primeiro título do Brasil na história do WCT, mas perdeu para Alejo Muniz e terminou em nono lugar como vice-campeão mundial de 2014. Medina já estava na água disputando a quarta de final verde-amarela com o também paulista Filipe Toledo quando ouviu o anúncio e saiu para festejar o título, mas voltou ao mar e ainda venceu a bateria. Depois passou por Josh Kerr para se tornar o segundo brasileiro a ser finalista em Pipeline, repetindo o feito do carioca Pepê Lopes no primeiro ano do Circuito Mundial, que ficou em sexto lugar naquela final de 1976 composta por seis competidores.

FINAL ELETRIZANTE - A decisão foi emocionante do início ao fim. Começou com Julian Wilson saindo de um tubo incrível no Backdoor que recebeu nota máxima de dois dos cinco juízes, com a média ficando em 9,93. Mas, Medina logo deu o troco em outro tubaço ainda mais fantástico, sumindo na cortina d´água e reaparecendo com o spray já com os braços para cima para ganhar nota 10 unânime. Depois pegou um nas esquerdas de Pipeline que valeu nota 8 e liderou toda a bateria, até a série que entrou no último minuto. O australiano achou outro tubão nas direitas do Backdoor e saiu em pé vibrando com a onda que poderia lhe dar a vitória, mas Medina também pegou uma bomba nas esquerdas de Pipeline, sumiu lá dentro e surgiu depois da baforada do spray também festejando com os punhos cerrados para a vibração da praia.

Os dois saíram do mar sem saber das notas, mas certos de que seriam altas. A primeira a ser divulgada foi a 9,70 de Julian Wilson que já superava os 18,00 pontos de Medina, que ficou precisando de 9,63 pontos para confirmar a primeira vitória brasileira no Pipe Masters. Ele já era carregado pelos ombros da torcida quando saiu a nota 9,20, mas a derrota não diminuiu a festa verde-amarela nas areias de Pipeline. Se vencesse, Gabriel Medina seria o primeiro surfista da história a ganhar as etapas nas esquerdas mais desafiadoras do Circuito Mundial, pois neste ano já havia faturado o título nas ilhas Fiji e também nos temidos tubos de Teahupoo, no Taiti. Ainda assim, conquistou o melhor resultado de um brasileiro no templo sagrado do esporte na ilha de Oahu, com o vice-campeonato no Billabong Pipe Masters.

"Foi um ano incrível. Eu já nem consegui acreditar que tinha vencido em Snapper Rocks (na Gold Coast, Austrália), nem quando ganhei em Fiji e depois em Teahupoo numa final contra o Slater. Mas, eu queria vencer aqui em Pipeline também, só que o Julian (Wilson) me tirou o título ali no final, mas tudo bem, estou muito feliz do mesmo jeito porque o sonho já estava realizado, que era ser campeão mundial", disse Gabriel Medina. "Eu me sinto muito honrado de estar aqui, eu amo surfar Pipeline e Backdoor e poder fazer isso com os melhores surfistas do mundo é indescritível, ainda mais disputando um título mundial contra caras como o (Kelly) Slater e o Mick (Fanning), que sempre foram uma inspiração para mim desde quando eu era um garoto e nem sonhava estar aqui".

CAMPANHA DO TÍTULO MUNDIAL DE GABRIEL MEDINA:

1.a etapa: Campeão do Quiksilver Pro Gold Coast na final contra Joel Parkinson na Austrália
2.a: 5.o lugar no Drug Aware Pro Margaret River perdendo para Josh Kerr nas quartas de final
3.a: 9.o lugar no Rip Curl Pro Bells Beach perdendo para Adriano de Souza na quinta fase
4.a: 13.o lugar no Billabong Rio Pro perdendo para Travis Logie na terceira fase da etapa brasileira
5.a: Campeão do Fiji Pro na final contra Nat Young nos tubos de Cloudbreak na ilha de Tavarua
6.a: 5.o lugar no J-Bay Pro perdendo para Owen Wright nas quartas de final na África do Sul
7.a: Campeão do Billabong Pro Teahupoo na final contra Kelly Slater no Tahiti
8.a: 5.o lugar no Hurley Pro Trestles perdendo para Adrian Buchan nas quartas de final nos EUA
9.a: 5.o lugar no Quiksilver Pro France perdendo para Josh Kerr nas quartas de final em Hossegor
10.a: 13.o lugar no Rip Curl Pro Peniche perdendo para Brett Simpson na terceira fase em Portugal
11.a: Vice-campeão no Billabong Pipe Masters vencido por Julian Wilson nos tubos do Backdoor

WORLD SURF LEAGUE - O título mundial de Gabriel Medina foi o último da história da Association of Surfing Professionals (ASP), entidade que em 1983 substituiu a International Professional Surfers (IPS) que organizou o circuito desde o seu início em 1976 até 1982. A partir de 2015, a ASP muda de nome para World Surf League com a sigla WSL. O primeiro campeão do Brasil agora pode inaugurar uma nova Era e já marcou isso sendo o primeiro surfista a conquistar o título com 20 anos de idade desde Kelly Slater em 1992, quando Medina ainda não tinha nem nascido, pois só veio ao mundo em 22 de dezembro do ano seguinte. 

O Billabong Pipe Masters também definiu a relação final dos top-34 que vão disputar o primeiro título mundial da World Surf League no ano que vem. No entanto, ninguém conseguiu ingressar no grupo dos 22 primeiros colocados no ranking que são mantidos na elite. Quem mais carregou a esperança de conseguir isso foi o brasileiro Alejo Muniz, no entanto ele necessitava da vitória no Havaí para permanecer no WCT. Ele até se destacou ao derrotar o onze vezes campeão mundial Kelly Slater e o tricampeão Mick Fanning surfando ótimos tubos no Backdoor, mas parou no australiano Adrian Buchan nas quartas de final e terminou em 26.o lugar no ranking final do Samsung Galaxy ASP World Championship Tour 2014.

Além de Alejo Muniz, quem também ficou de fora do grupo que vai disputar o título mundial no ano que vem foi o carioca Raoni Monteiro. Mas, o número de sete brasileiros que disputou o último WCT da ASP será o mesmo no primeiro circuito da World Surf League, com o paulista Wiggolly Dantas e o potiguar Italo Ferreira sendo as duas novidades classificadas pelo G-10 do Qualification Series para substituí-los na seleção verde-amarela de 2015. Eles serão os reforços na equipe comandada pelo novo campeão mundial Gabriel Medina, os também paulistas Adriano de Souza, Filipe Toledo e Miguel Pupo e o potiguar Jadson André. 

TEMPORADA VERDE-AMARELA - O inédito título de Gabriel Medina no WCT consagrou uma temporada verde-amarela no Circuito Mundial deste ano. O também paulista Filipe Toledo foi o número 1 do ASP Qualification Series e a cearense Silvana Lima confirmou o seu retorno a elite das top-16 do WCT também em primeiro lugar neste mesmo ranking da categoria feminina. O Brasil ainda ficou muito próximo de conquistar mais dois títulos mundiais em 2014, com o carioca Phil Rajzman no Longboard e o paulista Deivid Silva no Pro Junior. Ambos foram vice-campeões nas finais contra o australiano Harley Ingleby e o português Vasco Ribeiro, respectivamente. Nos pranchões, a carioca Chloe Calmon também conseguiu um feito inédito para o Brasil com o terceiro lugar conquistado nas semifinais do Mundial de Longboard na China. 

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO BILLABONG PIPE MASTERS:
Campeão: Julian Wilson (AUS) por 19,63 pontos (notas 9,93+9,70) - US$ 100.000 e 10.000 pontos
Vice-campeão: Gabriel Medina (BRA) com 19,20 (notas 10,00+9,20) - US$ 40.000 e 8.000 pontos

SEMIFINAIS - 3.o lugar com US$ 20.000 e 6.500 pontos: 
1.a: Gabriel Medina (BRA) 13.60 x 9.43 Josh Kerr (AUS)
2.a: Julian Wilson (AUS) 13.16 x 3.17 Adrian Buchan (AUS)

QUARTAS DE FINAL - 5.o lugar com US$ 15.000 e 5.200 pontos:
1.a: Gabriel Medina (BRA) 4.30 x 3.27 Filipe Toledo (BRA)
2.a: Josh Kerr (AUS) 6.00 x 4.04 John John Florence (HAV) 
3.a: Adrian Buchan (AUS) 12.17 x 3.77 Alejo Muniz (BRA) 
4.a: Julian Wilson (AUS) 17.83 x 2.77 Kai Otton (AUS) 

QUINTA FASE - Vitória=Quartas de Final / Derrota=9.o lugar com US$ 12.500 e 4.000 pontos:
1.a: Filipe Toledo (BRA) 14.66 x 3.84 Owen Wright (AUS)
2.a: Josh Kerr (AUS) 14.00 x 10.84 Michel Bourez (TAH)
3.a: Alejo Muniz (BRA) 6.53 x 2.84 Mick Fanning (AUS)
4.a: Julian Wilson (AUS) 17.46 x 10.34 Sebastian Zietz (HAV)

QUARTA FASE - Vitória=Quartas de Final / 2.o e 3.o=Repescagem:
1.a: 1-John John Florence (HAV)=6.74, 2-Michel Bourez (TAH)=6.40, 3-Owen Wright (AUS)=5.93
2.a: 1-Gabriel Medina (BRA)=15.67, 2-Filipe Toledo (BRA)=15.23, 3-Josh Kerr (AUS)=4.97 
3.a: 1-Adrian Buchan (AUS)=6.86, 2-Mick Fanning (AUS)=6.47, 3-Julian Wilson (AUS)=6.43
4.a: 1-Kai Otton (AUS)=7.06, 2-Sebastian Zietz (HAV)=4.54, 3-Alejo Muniz (BRA)=1.27

TERCEIRA FASE - Derrota=13.o lugar com US$ 9.500 e 1.750 pontos:
1.a: John John Florence (HAV) 16.33 x 12.16 Adam Melling (AUS)
2.a: Owen Wright (AUS) 12.20 x 11.17 Fredrick Patacchia (HAV)
3.a: Michel Bourez (TAH) 9.67 x 7.00 Matt Wilkinson (AUS)
4.a: Josh Kerr (AUS) 10.50 x 7.87 Jadson André (BRA)
5.a: Filipe Toledo (BRA) 12.17 x 5.17 Miguel Pupo (BRA)
6.a: Gabriel Medina (BRA) 17.66 x 11.84 Dusty Payne (HAV)
7.a: Julian Wilson (AUS) 9.40 x 1.40 Kolohe Andino (EUA)
8.a: Adrian Buchan (AUS) 11.53 x 1.33 Bede Durbidge (AUS)
9.a: Mick Fanning (AUS) 10.84 x 7.67 Jeremy Flores (FRA)
10: Sebastian Zietz (HAV) 8.93 x 6.76 Joel Parkinson (AUS)
11: Kai Otton (AUS) 10.67 x 9.44 Nat Young (EUA)
12: Alejo Muniz (BRA) 15.50 x 13.10 Kelly Slater (EUA)

TOP-22 DO SAMSUNG GALAXY ASP WORLD TOUR 2014 - 11 etapas com 2 descartes:
Campeão mundial: Gabriel Medina (BRA) - 62.800 pontos
2.o: Mick Fanning (AUS) - 55.350
3.o: John John Florence (HAV) - 51.400
4.o: Kelly Slater (EUA) - 50.050
5.o: Michel Bourez (TAH) - 46.000
6.o: Joel Parkinson (AUS) - 43.100
7.o: Jordy Smith (AFR) - 42.900
8.o: Adriano de Souza (BRA) - 42.250
9.o: Taj Burrow (AUS) - 41.700
9.o: Josh Kerr (AUS) - 41.700
11: Kolohe Andino (EUA) - 35.900
12: Owen Wright (AUS) - 34.150
13: Nat Young (EUA) - 31.150
14: Julian Wilson (AUS) - 28.750
15: Adrian Buchan (AUS) - 28.700
16: Bede Durbidge (AUS) - 28.450
17: Filipe Toledo (BRA) - 28.150
18: Kai Otton (AUS) - 26.200
19: Miguel Pupo (BRA) - 25.900
20: Sebastian Zietz (HAV) - 21.450
21: Fredrick Patacchia (HAV) - 21.250
22: Jadson André (BRA) - 20.750
——os 10 que se classificaram para o WCT 2015 pelo Qualification Series:
1.o: Matt Banting (AUS) com o 2.o lugar no ranking vencido por Filipe Toledo
2.o: Wiggolly Dantas (BRA) - 4.o no ranking
3.o: Adam Melling (AUS) - 6.o no QS e 24.o no WCT
4.o: Italo Ferreira (BRA) - 7.o no QS
5.o: Matt Wilkinson (AUS) - 8.o no QS e 23.o no WCT
6.o: Keanu Asing (HAV) - 9.o no QS
7.o: Dusty Payne (HAV) - 10.o no QS
8.o: Jeremy Flores (FRA) - 11.o no QS e 33.o no WCT
9.o: Brett Simpson (EUA) - 13.o no QS e 31.o no WCT
10.o: Ricardo Christie (NZL) - 16.o no QS
——-saíram dos top-34 para o WCT 2015:
24.o no WCT: C. J. Hobgood (EUA) - 17.700 pontos
26.o: Alejo Muniz (BRA) - 17.650
27.o: Aritz Aranburu (ESP) - 14.250
28.o: Dion Atkinson (AUS) - 14.200
29.o: Tiago Pires (PRT) - 13.000
30.o: Mitch Crews (AUS) - 11.750
32.o: Travis Logie (AFR) - 10.500
35.o: Raoni Monteiro (BRA) - 4.500

Por:João Carvalho - Assessoria de Imprensa da ASP South America

Gabriel Medina conquista o primeiro título mundial do Brasil no Havaí

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segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Samuel Pupo é campeão mirim no Hang Loose Surf Attack

[caption id="attachment_1584" align="alignleft" width="300"]Samuel Pupo Hang Loose Surf Attack Ubatuba Foto Munir El Hage Samuel Pupo Hang Loose Surf Attack Ubatuba Foto Munir El Hage[/caption]

Para manter a sua regularidade nos últimos anos, o sebastianense Samuel Pupo garantiu mais um título no Hang Loose Surf Attack, o sétimo em sua carreira. Neste domingo (16), na grande final do Circuito, na Praia de Itamambuca, em Ubatuba, a revelação de 14 anos sagrou-se campeão paulista mirim (até 16 anos). Novamente, a disputa foi contra o rival Wesley Dantas, de Ubatuba, que no dia anterior faturou o caneco na júnior (limite de 18 anos), por antecipação, justamente sobre Samuca.

Junto às duas conquistas, o principal campeonato de categorias de base do País, realizado há 28 anos, definiu os títulos na iniciante (sub 14), estreante (12 anos para baixo) e petit (no máximo 10 anos). Entre os caçulas, o carioca Raphael Castro foi o único a garantir 100% de aproveitamento e como é de outro estado, o santista Yuri Beltrão foi declarado o campeão paulista, conquista que não era comemorada por Santos há 14 anos, promovendo muita festa na areia.

Na estreante, Kauê Germano, de São Sebastião, levou a melhor. O mesmo Kauê também ficou com o título paulista da iniciante, que teve como campeão geral, Mateus Herdy, de Santa Catarina. Por equipes, São Sebastião manteve a hegemonia, garantindo a oitava vitória nas últimas oito etapas, para sagrar-se bicampeã, faturando o prêmio da Federação Paulista de Surf de R$ 2 mil para ajudar no custeio da equipe.

“Essas oito vitórias seguidas, algo nunca conquistado, demonstram a grande fase da cidade no surf, começando com o Gabriel Medina no Circuito Mundial, o Miguel Pupo, agora essa nova geração com Samuel Pupo, Kauê Germano, Pedro Dib, Igor Moraes, Renan Pulga, entre tantos outros destaques”, vibrou o presidente da Associação de Surf de São Sebastião, Christovão Marmo.

Com sol, praia cheia e boas ondas, a etapa final foi marcada por grandes e emocionantes disputas. A iniciante foi a primeira final do dia. O catarinense Lucas Vicente “carimbou” a faixa do campeão e amigo, Mateus Herdy, que havia vencido as outras três etapas. Com um 7,5 e um 8,25, ele não deu chances aos rivais. O novo campeão terminou em segundo, seguido dos sebastianenses Kauê Germano e Heitor Duarte.

Na petit, Raphael Castro repetiu as vitórias das outras três etapas para comemorar o título. “Fiquei nervoso na sexta-feira, quando decidiu o título. Agora entrei mais para me divertir e garanti novamente a vitória. Esse campeonato é muito forte. Muitos nomes tops saíram daqui e espero disputar sempre”, disse Raphael.

Quem festejou muito nessa categoria foi Yuri Beltrão, que mesmo fora da final, manteve o segundo lugar no ranking, garantindo o título paulista. “Foi muito legal. Fiquei triste de não ir para a final, mas acabou dando tudo certo pelos meus resultados no Circuito”, falou Yuri, abraçado pelo pai.

MIRIM - A final mirim foi a mais tensa. Campeão em 2013, Wesley garantiu vaga para a decisão numa virada espetacular na semi, no último segundo, e para garantir o bi precisava vencer e ainda torcer por Samuel ser o quarto. Samuca saiu na frente, mas caiu para terceiro e administrou o resultado com Wesley em quarto. Ao final, Pedro Nogueira, de Guarujá, foi o vencedor, Samuca manteve a sua posição para erguer a taça.

“Foi tenso. Difícil, tanto que quase perdi, mas no final deu certo”, argumentou Samuel, que este ano abdicou de tentar o tri na iniciante, para tentar os títulos da mirim e da júnior. “Valeu a pena, porque o nível é forte e o objetivo é evoluir”, falou o surfista, que já tem planos ambiciosos para 2015. “Ano que vem vou morar na Austrália e quero me dedicar ao WQS. Meu objetivo é chegar ao WCT logo. Vou ficar com o meu irmão lá e melhorar”, revelou o campeão mirim, lembrando o irmão mais velho, Miguel Pupo, top 16 do WCT.

Apesar do título de Samuel, a grande festa na areia ficou mesmo para Pedro Nogueira, em sua primeira vitória no Hang Loose. “A primeira na vida”, emendou chorando o atleta, festejado por todos os companheiros da equipe de Guarujá e seus pais.

Na estreante, Kauê Germano entrou no mar como campeão e quem levou a melhor foi Eduardo Motta, do Guarujá, com uma nota 7,5, promovendo uma nova festa da equipe da Cidade. “Fiquei feliz com esses dois títulos. Levei na minha categoria e foi campeão paulista na acima, a iniciante. Isso mostra que meu surf está melhorando cada vez mais”, afirmou Kauê.

Na última bateria do dia, a júnior, o título já era de Wesley, mas nem por isso faltou emoção. Igor Moraes, de São Sebastião, fez uma apresentação impecável, primeiro com uma nota nove e depois com um 8,5. Gustavo Santos, de Ubatuba, ainda tentou reagir, com um sete, mas não conseguiu encostar no vencedor. Edgard Groggia, de Guarujá, e Kim Matheus, de São Vicente, completaram a final.

DIVERSÃO - Além das disputas no mar, o Hang Loose Surf Attack teve como grande atrativo as tendas de diversão. Os atletas e público puderam aproveitar diversas brincadeiras como pebolim e ping pong, gincanas culturais e ecológicas, desenhos, além da distribuição de frutas e de Amazoo Açaí. “Conseguimos garantir muito lazer para a molecada e ainda promover uma consciência ecológica”, relatou Júlio Cesar Osório, o Brow, responsável pelas atividades.

O Hang Loose Surf Attack teve os patrocínios de Overboard, Hot Water, Super Tubes, Sthill e Surftrip. Copatrocínios de Rhyno Foam, Reef, Amazoo Açaí e CT Wax. Divulgação: Revista Fluir. Apoios das prefeituras de Santos, Guarujá, São Sebastião e Ubatuba, Associação Santista de Surf, Associação de Surf de Guarujá, Associação de Surf de São Sebastião, Associação Ubatuba de Surf, Governo do Estado de São Paulo, com organização da Federação Paulista de Surf.

 

RANKING FINAL 2014 - APÓS 4 ETAPAS (VÁLIDOS OS 3 MELHORES RESULTADOS)

CATEGORIA JÚNIOR

1 Wesley Dantas (Ubatuba) – 2.656

1 Samuel Pupo (São Sebastião) – 2.276

3 Edgard Groggia (Guarujá) – 2.195

3 Gabriel André (Guarujá) – 1.986

 

CATEGORIA MIRIM

1 Samuel Pupo (São Sebastião) – 2.710

2 Wesley Dantas (Ubatuba) – 2.385

3 Renan Pulga (São Sebastião) – 1.961

4 Pedro Nogueira (Guarujá) – 1.938

 

CATEGORIA INICIANTE

1 Mateus Herdy (SC) – 3.000 pontos

2 Kauê Germano (São Sebastião) – 2.520 (campeão paulista)

3 Lucas Vicente (SC) – 2.431

4 Eduardo Motta (Guarujá) – 2.160

 

CATEGORIA ESTREANTE

1 Kauê Germano (São Sebastião) – 2.900

2 Eduardo Motta (Guarujá) – 2.710

3 Daniel Templar (RJ) – 2.629

4 Vinicius Parra (Santos) – 2.349

 

CATEGORIA PETIT

1 Raphael Castro (RJ) – 3.000

2 Yuri Beltrão (Santos) – 2.456 (campeão paulista)

3 Lúcio Rosário (Ubatuba) – 2.349

4 Kaique Carvalho (Praia Grande) – 2.122

 

CIDADES

1 São Sebastião – 4.000

2 Ubatuba – 3.510

3 Guarujá – 3.330

4 Santos – 2.645

4 Praia Grande – 2.645

 

RESULTADOS DA 4ª ETAPA

CATEGORIA JÚNIOR

1 Igor Moraes (São Sebastião)

2 Gustavo Santos (Ubatba)

3 Edgard Groggia (Guarujá)

4 Kim Matheus (São Vicente)

 

CATEGORIA MIRIM

1 Pedro Nogueira (Guarujá)

2 Théo Fresia (RJ)

3 Samuel Pupo (São Sebastião)

4 Wesley Dantas (Ubatuba)

 

CATEGORIA INICIANTE

1 Lucas Vicente (SC)

2 Mateus Herdy (SC)

3 Kauê Germano (São Sebastião)

4 Heitor Duarte (São Sebastião)

 

CATEGORIA ESTREANTE

1 Eduardo Motta (Guarujá)

2 Daniel Templar (RJ)

3 Kauê Germano (São Sebastião)

4 Vinicius Parra (Santos)

 

CATEGORIA PETIT

1 Raphael Castro (RJ)

2 Caio Costa (São Sebastião)

3 Lúcio Rosário (Ubatuba)

4 Rodrigo Saldanha (São Sebastião)

 

CIDADES

1 São Sebastião

2 Ubatuba

3 Guarujá

4 Santos

FONTE: FEDERAÇÃO PAULISTA DE SURF

Samuel Pupo campeão mirim no Hang Loose Surf Attack, Samuel Pupo é campeão mirim no Hang Loose Surf Attack

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Samuel Pupo briga por 2 títulos na final do Hang Loose Surf Attack, em Ubatuba

[caption id="attachment_1570" align="alignleft" width="300"]samuel pupo hang loose surf attack baleia sabado foto munir el hage samuel pupo hang loose surf attack baleia sabado foto munir el hage[/caption]

Dono de seis títulos estaduais com apenas 14 anos de idade, Samuel Pupo pode aumentar a sua coleção de conquistas no próximo final de semana, na grande final do Hang Loose Surf Attack. O tradicional circuito que define os campeões paulistas das categorias de base e já revelou nomes como Adriano de Souza, Gabriel Medina, Filipe Toledo, Miguel Pupo (irmão mais velho de Samuel) e Wiggolly Dantas, todos no WCT, terá a decisão na Praia de Itamambuca, em Ubatuba.

Na sexta-feira, serão realizadas as baterias restantes da 3ª etapa, adiada em São Sebastião, por falta de ondas.  Na sequência, no sábado e domingo, é a vez da finalíssima, reunindo surfistas de cinco categorias. Samuel chega muito bem na mirim, já como líder, e na júnior, com chances reais de assumir a ponta. O surfista de São Sebastião mostrou que a estratégia de abrir mão de sua categoria oficial, a iniciante, onde já é bicampeão, para se concentrar nas disputas adiantes, deu certo.

“Se fosse competir na iniciante, era muito desgaste físico. Muita bateria. Já fui campeão dois anos. Tem de dar oportunidade para outros. Agora, o foco é todo na júnior e mirim. Vencer na sexta-feira vai ser muito importante para poder surfar mais tranquilo na quarta etapa”, comenta o competidor, filho do experiente Wagner Pupo. “Meu pai e meu irmão meu ajudam muito com o surf e tem minha mãe (Jeane), que sempre está me apoiando”, comenta.

Na mirim, Samuca já está na final da 3ª etapa e, se vencer, coloca a mão na taça. No primeiro dia na etapa da Praia da Baleia, ele foi o dono da melhor atuação, somando 16,75 de 20 pontos possíveis. Na júnior, ele é o terceiro do ranking e tem chances reais de encostar no seu grande rival de 2013, Wesley Dantas, vitorioso nas duas primeiras etapas e já eliminado nessa disputa. “Vai ser cansativo, vai ser difícil, mas vou batalhar por isso”, ressalta Samuca.

Todas as disputas terão transmissão ao vivo pela internet, no link hangloose.com.br/surfattack2014/. O evento também contará com várias brincadeiras para os competidores e público, como pebolim, ping pong, slack line e gincanas, além da distribuição de Amazoo Açaí.

O Hang Loose Surf Attack tem os patrocínios de Overboard, Hot Water, Super Tubes, Sthill e Surftrip. Copatrocínios de Rhyno Foam, Reef, Amazoo Açaí e CT Wax. Divulgação: Revista Fluir. Apoios das prefeituras de Santos, Guarujá, São Sebastião e Ubatuba, Associação Santista de Surf, Associação de Surf de Guarujá, Associação de Surf de São Sebastião, Associação Ubatuba de Surf, Governo do Estado de São Paulo, com organização da Federação Paulista de Surf.

Por:Fabio Maradei

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domingo, 9 de novembro de 2014

Filipe Toledo é o campeão do O´Neill SP Prime em Maresias

Paulista comandou o show de aéreos em São Sebastião para faturar o título na final contra o australiano Matt Banting na etapa do ASP Prime apresentada pelo Guaraná Antarctica na praia mais badalada do litoral norte paulista


 

[caption id="attachment_1557" align="alignleft" width="300"]Filipe toledo Filipe toledo[/caption]

Com apresentações incríveis, tirando as maiores notas com seu arsenal de aéreos sensacionais, o paulista Filipe Toledo dizimou seus adversários para faturar o prêmio de 40 mil dólares do título no O´Neill SP Prime apresentado pelo Guaraná Antarctica em São Sebastião. Ele dominou a lista de recordes do campeonato iniciado na segunda-feira e no sábado decisivo continuou voando nas ondas da Praia de Maresias, que ficou superlotada no último dia para vibrar com a vitória brasileira na etapa que fechou a "perna sul-americana" de fim de ano da ASP South America. A grande final também valia a liderança isolada no ranking do ASP Qualification Series e Filipinho não deu qualquer chance para Matt Banting, derrotando o australiano por 19,04 a 15,40 pontos com notas 9,17 e 9,87 dos aéreos mais espetaculares que acertou para o delírio do público que vibrava intensamente a cada onda do surfista de Ubatuba que atualmente mora na Califórnia, Estados Unidos.

"É muita felicidade e estou muito amarradão com esse crowd (multidão) aqui, essa galera lotando a praia a semana toda foi maravilhoso, todo mundo torcendo, dava pra sentir isso lá dentro d´água e foi demais", vibrou Filipe Toledo. "Eu só tenho que agradecer a Deus por tudo que aconteceu comigo nesta semana aqui. Eu surfei bem todas as baterias, sempre tirando notas altas, minha família está toda aqui me ajudando, me apoiando, isso não tem preço. Esse campeonato para mim foi um dos melhores da minha vida. Eu vi que os juízes estavam valorizando os aéreos, então arrisquei mesmo essa manobra em todas as baterias e deu tudo certo. Estou muito feliz pela vitória e agora vamos com tudo pro Havaí. Como já estou garantido no WCT do ano que vem, vou competir lá bem mais tranquilo e espero manter este ritmo nos campeonatos lá também. Valeu galera, obrigado Brasil".

No sábado, as ondas em Maresias estavam pequenas, mas com as séries de 2-3 pés entrando com boa formação principalmente para os aéreos, que novamente arrancaram as maiores notas do dia. Foi voando que Filipe Toledo passou pelo australiano Jack Freestone nas quartas de final por 15,67 a 9,77 pontos, depois atropelou o costa-ricense Carlos Muñoz com uma sonora goleada de 18,43 a 3,93 pontos nas semifinais e manteve o ritmo na grande final, também acertando aéreos de frontside nas direitas e de backside nas esquerdas de Maresias para conquistar sua segunda vitória em etapas do ASP World Prime esse ano. Antes do O´Neill SP Prime, Filipinho já havia vencido o tradicional US Open of Surfing na Califórnia, derrotando o catarinense Willian Cardoso numa final verde-amarela em Huntington Beach.

"Ganhar lá na Califórnia com uma multidão lotando a praia foi muito bom, me deu um novo ânimo na temporada, agora vencer aqui em casa com praia lotada também, foi demais, não tenho nem palavras para descrever o que estou sentindo, é muita emoção", falou Filipe Toledo. "Desde o início do campeonato eu já pensava numa vitória aqui, então a missão foi cumprida. Eu fiz o que eu tinha que fazer e agora é ir pro Havaí tranquilo, na boa, fazer o meu trabalho lá, pegar as ondas e tentar surfar uns tubos em Pipeline também. Espero que dê tudo certo para os brasileiros que estão brigando para entrar no WCT lá e que o Gabriel (Medina) conquiste o título mundial para fechar esta ótima temporada dos brasileiros no Circuito Mundial".

Em comparação a Filipe Toledo, o caminho do australiano Matt Banting até a final foi mais tortuoso, enfrentando duas novidades do Brasil para a elite mundial dos top-34 do WCT do ano que vem. Na primeira bateria do sábado, ele ganhou uma disputa direta pela liderança no ranking do ASP Qualification Series contra o paulista Wiggolly Dantas, de Ubatuba como o campeão Filipe Toledo. Depois, Banting encarou o potiguar Italo Ferreira e o australiano novamente pegou as melhores ondas para usar a sua variedade de manobras modernas na vitória sobre o surfista que vinha sendo a sensação do campeonato, principalmente depois de derrotar duas vezes o número 1 do mundo, Gabriel Medina, na casa dele. Matt Banting só não conseguiu mesmo acompanhar o forte ritmo de Filipe Toledo e terminou como vice-campeão no ASP Prime de São Sebastião, faturando 20 mil dólares e 5.200 pontos.

"É muito difícil enfrentar o Filipe (Toledo) nestas condições de mar. Ele pegava qualquer ondinha, mandava o aéreo e só tirava notas acima de nove, assim fica difícil", concordou Matt Banting. "Para mim, foi muito bom fazer a final aqui, foi a minha primeira final em etapas do ASP World Prime e estou feliz pelo segundo lugar também, pois é um grande resultado em um evento com tantos nomes importantes. Hoje (sábado) não tinha muitas ondas boas pra manobras, estavam melhores para os aéreos mesmo e ninguém estava surfando como o Filipe (Toledo) nestas ondas. Cada um que ele completava a praia inteira gritava num barulho gigante. Foi bonito de ver tanta gente na praia torcendo e agora vamos pro Havaí já fazer uma preparação para o WCT do ano que vem".

SEMIFINALISTAS - Mesmo sendo eliminados nas semifinais, o potiguar Italo Ferreira e o costa-ricense Carlos Munoz ficaram felizes pela terceira colocação no O´Neill SP Prime, com cada um faturando um prêmio de 11 mil dólares e marcando 4.225 pontos no ASP Qualification Series. Italo Ferreira derrubou um dos favoritos ao título na Praia de Maresias, Julian Wilson, nas quartas de final, com Carlos Munoz despachando o também australiano Nathan Hedge no duelo seguinte. Na disputa pelas vagas na grande final, Italo Ferreira acabou sendo batido por 14,27 a 9,53 pontos por Matt Banting e Carlos Munoz não teve qualquer chance contra um inspirado Filipe Toledo, que chegou a acertar dois aéreos na mesma onda para vencer por uma larga vantagem de 18,43 a 3,93 pontos.

"Eu não consegui achar boas ondas na semifinal, mas estou feliz porque consegui atingir meu objetivo aqui, que era garantir minha vaga no WCT antes das etapas finais no Havaí", disse Italo Ferreira. "Eu apostei nas esquerdas, mas não deu certo. Ele (Matt Banting) escolheu surfar as direitinhas e se deu bem ali, porque elas abriram mais para as manobras. Quando eu decidi ir para as direitas já era tarde, não deu tempo de reagir, mas mesmo assim estou amarradão pelo terceiro lugar, que já é o meu melhor resultado esse ano".

Carlos Muñoz também ficou satisfeito porque agora tem uma chance real de classificação para o WCT nas etapas finais do ASP Qualification Series no Havaí. "Sim, estou bastante feliz com as minhas performances aqui, achei que surfei bem nas várias condições do mar e contra o Filipe (Toledo) eu não pude fazer nada, ele pegou todas as ondas boas que entraram na bateria e deu um show", destacou Carlos Munoz. "Agora sei que minhas chances de entrar no WCT aumentaram e vou para o Havaí com mais gana, mais vontade e espero surfar bem lá também para conseguir os resultados que preciso para entrar na lista dos dez que sobem pelo QS".

QUARTAS DE FINAL - Derrotados na quartas de final, o paulista Wiggolly Dantas e os australianos Julian Wilson, Jack Freestone e Nathan Hedge, dividiram a quinta posição no O´Neill SP Prime, com cada um levando 7 mil dólares de prêmio e marcando 3.320 pontos no ranking que classifica dez surfistas para completar a elite dos top-34 do WCT para o ano que vem. O resultado da última etapa importante antes do encerramento da temporada na Tríplice Coroa Havaiana, que começa nesta próxima semana em Haleiwa Beach, provocou três mudanças de nomes no G-10 do ASP Qualification Series. 

O australiano Julian Wilson saltou da 23.a para a décima posição no ranking, mas ele ainda está garantindo sua permanência entre os 22 primeiros colocados no WCT que são mantidos na elite para o ano que vem. Julian é um dos quatro surfistas que estão dispensando a vaga do QS no momento. Os outros são o novo líder do ranking, Filipe Toledo, e os também brasileiros Jadson André e Adriano de Souza, que ocupam a quarta e sexta posições, respectivamente. Com isso, o ASP Qualification Series está classificando até o 14.o colocado, Charles Martin, da Ilha Guadalupe.

G-10 PARA O WCT 2015 - As novidades no G-10 com o resultado do O´Neill SP Prime são o australiano Jack Freestone, que subiu do 24.o para o 11.o lugar com a quinta posição em São Sebastião, e o francês Joan Duru, que foi eliminado em nono lugar na quinta-feira, mas já havia garantido a 13.a posição no ranking, sendo o penúltimo na lista dos dez que será definida nas duas provas do ASP World Prime no Havaí, em Haleiwa e Sunset Beach, na ilha de Oahu. Na etapa que fechou a "perna brasileira de fim de ano" da ASP South America na Praia de Maresias, eles tiraram as vagas do neozelandês Ricardo Christie e do catarinense Willian Cardoso.

No momento, quatro brasileiros, três australlianos, um havaiano, um francês e um surfista de Guadalupe, fazem parte do G-10, com três deles já confirmados para o WCT do ano que vem, o australiano Matt Banting e os brasileiros Wiggolly Dantas e Italo Ferreira. Os demais ainda vão precisar de resultados na Tríplice Coroa Havaiana para garantir seus nomes e a briga pelas últimas vagas promete ser intensa. A relação dos que vão defender posições no G-10 é formada pelo australiano Adam Melling em sétimo lugar no ranking, o catarinense Tomas Hermes em oitavo, o havaiano Keanu Asing em nono, o australiano Jack Freestone em 11.o, o paulista Jessé Mendes em 12.o, o francês Joan Duru em 13.o e Charles Martin de Guadalupe em 14.o.

FESTAS E SHOWS - Além das disputas por pontos decisivos na corrida pelas vagas no WCT de 2015, a etapa mais importante da "perna brasileira de fim de ano" da ASP South America também programou várias atrações para o público que lotou a Praia de Maresias para assistir os melhores surfistas do mundo. A Festa de Abertura aconteceu no sábado passado, 1.o de novembro, no Morocco Bar e no sábado das finais do evento o agito começou na praia mesmo, com um Festival de Música aberto ao público no final de tarde logo após o encerramento da competição, com a banda CPM 22 como principal atração. Depois, à noite, ainda teve a Festa de Encerramento do O`Neill SP Prime no Sirena Club em Maresias.

SOBRE A O´NEILL - A marca O´Neill foi criada em 1952 na Califórnia, Estados Unidos, pelo jovem surfista na época, Jack O´Neill, no seu desejo de estender suas sessões de surfe nas águas geladas do norte da Califórnia. Pioneira na produção de roupas de neoprene (wetsuit) no mundo, a primeira loja O´Neill foi aberta na garagem da casa de Jack. Foi ele quem também inventou as cordinhas para amarrar as pranchas na perna e até a primeira bermuda sem costura especialmente para os surfistas. A marca hoje pode ser encontrada em 85 países e a O´Neill já chegou a promover uma série de etapas do Circuito Mundial WQS pelos mares mais gelados do mundo, como no Canadá, Nova Zelândia, Escócia, mas o O´Neill SP Prime na Praia de Maresias será o primeiro grande evento da marca no Brasil.

Apresentado pelo Guaraná Antarctica, o O´Neill SP Prime foi realizado com patrocínio da Gillette Body, do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria de Esporte, Lazer e Juventude, e da SABESP, além do importante apoio da Prefeitura Municipal de São Sebastião, Federação Paulista de Surf, Associação de Surf da Grande São Paulo, Associação de Surf de São Sebastião e Associação de Surf de Maresias. A Revista Fluir, o site Waves, o canal ESPN Brasil e a Rádio 89 FM, foram os parceiros de mídia do evento homologado pela ASP South America como a sexta das oito etapas com status Prime do ASP Qualification Series 2014. Transmissão ao vivo na internet pelo www.oneillspprime.com 

RESULTADOS DO ÚLTIMO DIA DO O´NEILL SP PRIME:
Campeão: Filipe Toledo (BRA) por 19,04 pontos (notas 9,87+9,17) - US$ 40.000 e 6.500 pontos
Vice-campeão: Matt Banting (AUS) com 15,40 pontos (7,73+7,67) - US$ 20.000 e 5.200 pontos

SEMIFINAIS - 3.o lugar com US$ 11.000 e 4.225 pontos:
1.a: Matt Banting (AUS) 14.27 x 9.53 Italo Ferreira (BRA)
2.a: Filipe Toledo (BRA) 18.43 x 3.93 Carlos Munoz (CRI)

QUARTAS DE FINAL - 5.o lugar com US$ 7.000 e 3.320 pontos:
1.a: Matt Banting (AUS) 14.87 x 10.80 Wiggolly Dantas (BRA)
2.a: Italo Ferreira (BRA) 16.54 x 8.17 Julian Wilson (AUS)
3.a: Carlos Munoz (CRI) 11.60 x 11.17 Nathan Hedge (AUS)
4.a: Filipe Toledo (BRA) 15.67 x 9.77 Jack Freestone (AUS)

G-10 DO ASP QUALIFICATION SERIES PARA O WCT 2015 - 29 etapas:
1.o: Filipe Toledo (BRA) - 19.420 pontos
2.o: Matt Banting (AUS) - 17.920 - 1.o do G-10
3.o: Wiggolly Dantas (BRA) - 16.465 - 2.o do G-10
4.o: Jadson André (BRA) - 16.240
5.o: Italo Ferreira (BRA) - 14.505 - 3.o do G-10
6.o: Adriano de Souza (BRA) - 12.089
7.o: Adam Melling (AUS) - 11.410 - 4.o do G-10
8.o: Tomas Hermes (BRA) - 11.180 - 5.o do G-10
9.o: Keanu Asing (HAV) - 11.120 - 6.o do G-10
10: Julian Wilson (AUS) - 10.885
11: Jack Freestone (AUS) - 10.373 - 7.o do G-10
12: Jessé Mendes (BRA) - 10.170 - 8.o do G-10
13: Joan Duru (FRA) - 9.650 - 9.o do G-10
14: Charles Martin (GLP) - 9.575 - 10.o do G-10
--------próximos sul-americanos até 100:
18: Willian Cardoso (BRA) - 9.285 pontos
34: Heitor Alves (BRA) - 6.620
37: Caio Ibelli (BRA) - 6.350
39: Peterson Crisanto (BRA) - 6.040
42: Santiago Muniz (ARG) - 5.890
43: Alex Ribeiro (BRA) - 5.770
45: Michael Rodrigues (BRA) - 5.530
60: Alejo Muniz (BRA) - 4.560
61: David do Carmo (BRA) - 4.405
62: Krystian Kymerson (BRA) - 4.397
63: Ian Gouveia (BRA) - 4.345
65: Marco Fernandez (BRA) - 4.320
77: Hizunomê Bettero (BRA) - 3.222
78: Raoni Monteiro (BRA) - 3.200
79: Bino Lopes (BRA) - 3.180
83: Jean da Silva (BRA) - 3.100
95: Lucas Silveira (BRA) - 2.689 

98: Deivid Silva (BRA) - 2.636


Por:João Carvalho - Assessoria de Imprensa da ASP South America

Filipe Toledo, O´Neill SP Prime em Maresias, Filipe Toledo é o campeão do O´Neill SP Prime em Maresias